Saia da mesmice virtual e aprenda novas funcionalidades para inovar o seu evento digital

Uma das coisas mais decepcionantes que existe é estar mega ansioso para determinada ocasião e, por algum motivo, perceber que a sua expectativa não será atendida. No mundo dos eventos, essa situação é bastante comum e, sem dúvidas, é um tiro no pé do organizador já que, muitas vezes, ele só terá aquela oportunidade para conquistar um público fixo.

Esse problema pode ser desencadeado por vários fatores, mas a falta de conhecimento sobre qual ferramenta utilizar costuma ser o ponto “x” dessa questão. Em pleno ano de 2020 – já com o pezinho em 2021 –, ainda vemos pessoas insistindo em um formato quadrado de evento, onde não há dinamicidade, atrativos e, tampouco, variedade no que é oferecido. Isso tende a trazer uma imagem negativa do projeto, o que pode afetar todo o trabalho em desenvolvimento.

Quando saímos da realidade física e partimos para a premissa virtual, é necessário redobrar as atenções para esse assunto. É inegável que um projeto online se destaca pela sua simplicidade de produção, visto que preocupações comuns que surgem em eventos presenciais, como os custos com infraestruturas, podem ser minimizados. Todavia, a necessidade de desenvolver uma estratégia assertiva continua sendo necessária.

Dizem que a primeira videoconferência do mundo foi realizada em 1964, na Feira Mundial, que ocorreu em Nova York. Na época, os participantes poderiam fazer chamadas de vídeos, com duração de dez minutos, para contatar qualquer desconhecido que estivesse em um estande similar da AT&T, companhia americana de telecomunicações que desenvolveu o projeto.

Apesar de não ser, literalmente, um evento, esse recurso começou a moldar algumas plataformas bastante conhecidas e utilizadas – como Zoom, Microsoft Teams e Google Met –, o que intensificou a digitalização dos encontros e, além disso, trouxe mais possibilidades de levar atividades desenvolvidas presencialmente para o mundo virtual.

Mesmo assim, podemos dizer que, de modo geral, os eventos online são relativamente novos. A ideia de que feiras, shows, palestras, cursos e congressos poderiam ser realizados virtualmente nunca passou pela cabeça de empreendedores de uma forma tão intensa como agora. É, sem dúvidas, a tendência do momento que veio para ficar.

Por ser uma novidade no mercado, é normal que os organizadores acabem se atrapalhando na hora de colocar a mão na massa para desenvolver o próprio evento. Entretanto, é possível sair desse labirinto para encontrar uma alternativa que seja rentável e que, acima de tudo, satisfaça o público-alvo.

Nesse aspecto, investir na funcionalidade ou na tecnologia para a produção é determinante para o sucesso do produto. Quando pensamos nessa criação digital, devemos fugir do extremo. Não é preciso buscar algo impossível – e irreal – de ser reproduzido presencialmente. O segredo, na verdade, é focar no que o participante busca e, com isso, desenvolver algo 100% interessante e factível de ser executado para não deixar nada a desejar.

A maior dificuldade nisso está atrelada, justamente, ao velho clichê de ter que pensar fora da caixa, entretanto, com tantas tecnologias, uma boa pesquisa é capaz de trazer ideias interessantes para serem aplicadas. Algumas que gostamos – e que realmente fazem sucesso – podem ser implementadas de forma simples. Quer saber quais são? Confira:

  • Georreferenciamento: incluir aspectos voltados à informação geográfica chamam atenção. Hoje em dia, os aplicativos de navegação (e até mesmo jogos para celular) utilizam a tática para trazer uma noção de espaço amplificada. Trazer isso para um evento virtual traz a sensação de imersão no que está sendo proposto e pode ser trabalhado com conteúdos específicos para os participantes, com base na região que ele se encontra.
  • Realidade aumentada: Em 2016, o jogo Pokémon GO virou febre mundial. O sucesso foi tanto que, após três anos do seu lançamento, o aplicativo chegou a um bilhão de downloads. A proposta de expandir o mundo virtual para o mundo físico é uma tecnologia que atrai curiosos devido à originalidade da proposta.
  • Ambientes customizados: Na prática, esse tipo de ferramenta é fácil de desenvolver. É necessário encontrar o design ideal para o tipo de evento que está sendo oferecido. Depois disso, é só correr para o abraço. Quando há um investimento especial na customização de um ambiente, o público percebe o carinho por trás do projeto. Em um mundo onde muitos apostam na parede branca sem vida, que tal se destacar por apostar na beleza e na criatividade?
  • Funcionalidade business: Imagine uma empresa em busca de uma mão de obra especializada ou um investidor à procura de um projeto. É possível que ocorra um processo intenso de buscas para encontrar o ideal, certo? Mas se, na verdade, o seu trabalho ofertar tudo que está sendo procurado? É uma ideia inovadora, que pode ser aplicada e que, além disso, recebe um apelido carinhoso de Tinder dos negócios.

É importante frisar que o cenário atual no qual estamos inseridos desencadeou diversos tipos de eventos e, muitas vezes, apresentações tradicionais perderam espaço. Por isso, é fundamental romper com a mesmice para conseguir conquistar espaço no mercado!  Métodos que eram implementados no ano passado já não atendem a nossa realidade e, por isso, os eventos virtuais devem caminhar ao lado da evolução tecnológica.

Mas fique atento: não é todo evento que aceita a variação de funcionalidades (como as que citamos). Por isso, é determinante que haja um estudo profundo sobre as diversas possibilidades que podem ser desenvolvidas. Todos os tipos de recursos existentes e conhecidos pelo organizador devem ser analisados para que o diferencial do projeto seja encontrado, afinal, é isso que significa, de fato, inovação.

Produção de Conteúdo:
PROTIVA COMUNICAÇÃO
Texto: Gabriella Collodetti
Revisão e Edição: Flávio Resende
Data: 17/11/2020

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